Seus olhos ainda verdes

Sentia seu olhar e sabia o que significava. Enquanto caminhava em minha direção, lembrei-me da primeira vez que a vi. Me fiz de difícil e tentei resistir, mas seu olhar insistia em percorrer meu corpo. Procurei na janela uma saída. Olhava a praia, vazia, nublada e com ondas fracas que quebravam sobre a areia branca. Seu olhos, ainda  verdes, percorriam vagarosa minha nuca. Suas mãos deslizaram sobre minhas costas, asseavam por dentro de minha camisa. O toque suave em minha pele. Ela sussurrou em meu ouvido: “vamos namorar?” Sentou-se tranquila em meu colo. Vestia um roupão que afastei.

Seu seios alvos sorriam. Tentei beijá-los, mas ela levantou-se e caminhou para cama, parou em frente ao espelho, deixou o roupão cair. Seu reflexo me desafiava. Seu corpo nu não era surpresa pra mim, afinal, são mais de vinte e cinco anos abraçados que eu beijo, chupo, mordo e bebo desse corpo. Não consigo evitar que o sangue corra enchendo meu membro. Ela curvou-se para frente deixando sua bunda lindamente aberta, e com as mãos abriu ainda mais. “Me chupa vai”. De joelhos, caminhei em direção  ao seu bumbum que ela balançava mansamente de um lado para o outro em movimento hipnótico. “Mão pra trás”, ordenou. Tirei a camisa, fiquei com as mãos dadas nas costas, afundei a cara em sua bunda. Minha língua, sôfrega e incansável passeavas ao som de seus gemidos. “mais, mais, morde devagar”. Eu mordia. Virou-se me oferecendo seus grelo durinho que beijei. Deitou-se na cama, abriu as pernas e com a mão fazia sinal me chamando. Tirei a roupa. Tá certo, papai e mamãe não é uma posição lá muito criativa, mas tem seus encantos. Depois de experimentarmos muitas variação, o simples e óbvio tem seu charme. Foi fácil, seus olhos se abriram, a primeira metida é um cartão de visita. Forte e fundo, dando o recado que esta seria uma trepada das mais rudes. Depois maneirei. Ela apertava meus braços e mordia deliciosamente os lábio, “estamos sozinhos aqui pode gritar”, eu disse. Mas ela não gritou. Continuo mordendo os lábios com os olhos serrados. Palavras saíam de minha boca, mas agora já não faziam sentido. Beijava o bico dos seios, mordia seu pescoço e metia, metia, metia metia, metia, metia…sentia o suor. “Goza”, a palavra saiu de sua boca como uma súplica. Agora metia com força e mais rápido, senti suas unhas em minha pele, uma dor boa que só foi aliviada quando paramos.

Nos beijamos e ficamos abraçados com os olhos perdidos nas águas da praia.



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