(não) foi coincidência

Depois da praça tem uma rua que vai terminar na avenida principal. Lá, a noite quase não tem movimento de carros e ficam paradas meninas (mulheres e homens) fazendo ponto. A rua tem pouca iluminação e várias árvores com copas alta e cheias. Nesse dia voltava do trabalho mais tarde que de costume, avistei de longe uma morena que vestia um casaco grande, uma espécie de sobretudo claro, com decote que ia até os joelhos. Como era Julho e fazia frio não estranhei, embora as outras meninas ignorassem o frio com pernas e peitos amostra. Ao me aproximar, ela abriu o sobretudo deixando um corpo absolutamente nu aparecer. No susto meti o pé no freio e o carro parou próximo da morena que veio em minha direção. Baixei o vidro do carro e ela com sorriso perguntou se tudo estava bem. Respondi que sim e destravei a porta. Ela entrou com um sorriso colado no rosto e permaneceu calada. Fomos para a praça, que com outros carros estacionados parecia o ambiente adequado a situação. Senti suas mãos correrem minhas  pernas, o som do zíper se abrindo me causou um frisson, ainda tímido senti o calor de sua boca cobrir meu membro que logo deu sinal de vida. Sentia o cheiro de shampoo que vinham de seus cabelos, sua boca me devorava em movimentos suculentos. Quando já estava entregue em tesão, mais parecia que ia explodir, ela sacou do bolso do casaco uma camisinha. Abriu o envelope e colocou com a boca enquanto me chupava ardentemente. Não sei como conseguiu, mas afastou o banco para trás e reclinou o encosto. Sentou-se sobre mim balbuciou que era grosso, remexeu os quadris e se acomodou. Olhava para o teto do carro como se preferisse me evitar. Com movimentos fortes eu acompanhava com os olhos aquela mulher que na verdade me comia. Gozei, ela  foi diminuindo os movimento até que parou. Saiu de cima de mim, tirou a camisinha, deu nó e colocou de volta no bolso do casaco.

Abriu a carteira tirou uma nota de 100 e riu enquanto balançava a cédula. Era o combinado. Fomos pra casa.



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